Os homens que me perdoem e as minhas colegas de sexo também, mas, observando a figura da mulher do bicheiro Cachoeira, Andressa Mendonça, reforço em mim a concepção que tenho do “bandido de colarinho”: ele rouba, mata, falcatrua, participa da contravenção, do tráfico, enfim, de todas as infrações possíveis às normas do bom caráter, QUASE SEMPRE para agradar e garantir ao seu lado uma mulher bonita... Geralmente ele é feio e se casa ou vive maritalmente com mulher bonita. Parece que, para manter aceso o relacionamento, ele precisa compensar a sua parceira com carrões, mansões, viagens, luxo e poder. Enquanto isso, quanto mais bens o homem adquire ao longo da conquista, mais posses ele quer arrebanhar ao seu tesouro, pois a ambição e a vaidade prevalecerão acima do bom senso. E sem limites. Com dinheiro ele compra o que quer, até mesmo a alma de seu semelhante. Vejam o envolvimento do bicheiro com Demóstenes Torres. Segundo o Senador Humberto Costa (PT-PE), Carlos Augusto Ramos manteve Demóstenes como “despachante de luxo” em todas as transações em que o senador pudesse atuar como tal. Usou e abusou do mandato do parceiro para favorecer o seu esquema de corrupção. O dinheiro era tanto, que só pelo projeto de decoração interna da mansão que comprou de Marconi Perillo, governador de Goiás, ele pagou ao arquiteto de sua lindíssima mulher cerca de R$ 500 mil. Vocês, leitores amigos, assistiram à entrevista da Andressa Mendonça? Gente, que moça linda, não? Separou-se do primeiro marido para ficar com o feioso Cachoeira... E, na entrevista, ela defendeu o vilão das acusações o tempo todo, só faltou dizer que ele é santo, coitadinho... Ela não quer perder a sua fonte de riqueza, não, minha gente, vai ser duro ficar sem o maridão! Olhem, no dia 26 de junho, o relator Humberto Costa foi brilhante em suas 79 páginas de voto a favor da cassação de Demóstenes, pois como observou o senador Randolfo Soares (PSOL-DF), ao citar o alemão Jürgen Habermas e o húngaro Ostyán Mészaros, marxista ferrenho, o relator aprofundou com brilhantismo o que já era conhecido. E eu, porque o espaço no jornal (artigo publicado no Diário de Petrópolis) não permite delongas, termino apenas citando Alexandre Dumas (o pai), que em 1854, em sua obra Lês Mohicans de Paris, já dissera: “Il y a une femme dans toute les affaires; aussitôt qu’on me fait un rapport, je dis: Cherchez la femme.” (Há uma mulher em cada caso; assim que me trazem um relatório, eu digo: Procure a mulher). Grande Dumas! Concordo plenamente!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Contato
- profestacioq@ig.com.br

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe aqui o seu comentário sobre o blog